Já não queria cantar
Todo momento só imitava
Vitórias não alcançava
Deturpava o poder do patar
Suas asas não batiam
De longe avistava o céu
Sem ao menos sentir
O doce cheiro de mel
Cego diante ao florir
Da mais bela margarida
Iludiu-se com os anseios da vida
Canta sabiá, canta
Teu canto é belo
Desfaça esse elo
Que para a vida não adiante
Ser igual no presente
É comum, mas não normal
Com o fogo astral
Apague todo esse mal
Do lado obscuro de tua mente.

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