Quem vive de poesia não tem sobre o que poetizar!

26 julho 2010

A Mãe

Serpente querida
Tu que és de todos
Cure minha ferida
Pois sou um dos poucos

Dos que te conhecem
Alguns erram
Colendos são os que merecem
Alguns pecam
Felizes enquanto descem

Eu que te conhecera
Sem muita demagogia
Jamais me perdera
Em sua ígnea magia

E dos egos que derrubam-me
Nenhum irá sobrar
Já que de seu poder
Eu sei utilizar

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