No breu claro do meu aconchego dessa selva urbana
Inicio o som da maneira que aprendi
Nada se vê, nada se sente, apenas se ouve
Continuo perene
Quero me encontrar, tirar minhas próprias dúvidas
Inicio o Calor com o barulho da meditação
Agora sinto, ouço, mas nada que se veja
A meditação me mata
Morro, mas sorrio, quero morrer, nascer
Inicio a luz em clemência divina a tu
Vejo, sinto e ouço, todos perguntam
Como ganhaste vida?
Me encontro, me questiono, me guio
Inicio o caminho eliminando os irmãos
Honestos que detêm tudo que quero
Disputo acordado, entre a luz clara e a escuridão
Vejo o valor da vida que me levou um irmão.

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